Pular para o conteúdo
MenuWhatsAppEspañol
WhatsAppEspañol

Perguntas frequentes

As perguntas que mais chegam, com a resposta direta. As de cada serviço também estão na página dele.

Antes de começar

10 perguntas

O que é perícia grafotécnica e para que serve?

É o exame que compara uma assinatura ou escrita em dúvida com assinaturas da mesma pessoa cuja autoria é certa, para dizer se partiram ou não da mesma pessoa. Serve para contestar ou confirmar assinaturas em contratos, cheques, recibos, procurações e outros documentos.

Falsificaram minha assinatura. O que eu faço?

Guarde o documento como está, sem escrever, grampear ou dobrar, peça o original a quem o apresentou, separe documentos da mesma época com a sua assinatura e registre um boletim de ocorrência. O passo a passo está no guia Assinatura falsa: o que fazer.

Quanto custa?

Cada caso tem uma proposta por escrito, porque cada caso é um caso. O valor depende do tipo de exame, da quantidade de documentos e de assinaturas para comparar e do deslocamento. Num processo, os honorários do perito do juízo são fixados pelo juiz a partir da proposta, e cada parte paga o seu assistente técnico.

Em quanto tempo fica pronto?

Em até 20 dias, conforme a complexidade do caso. Num processo, quem fixa o prazo do laudo é o juiz.

Por quanto tempo o laudo e os documentos ficam guardados?

Os originais voltam para você ao fim do trabalho. O laudo, o parecer e as anotações ficam guardados por até 10 anos numa perícia particular, avaliados caso a caso; numa perícia judicial, durante o processo, com nova avaliação ao fim; num processo criminal, enquanto houver obrigações do processo e de custódia.

Preciso ir pessoalmente?

Não. O documento em papel chega por correio com rastreamento ou em mãos; os arquivos, por e-mail ou drive. Quando faltam assinaturas para comparar, a coleta é feita pessoalmente ou por videoconferência.

Quantas assinaturas preciso fornecer para comparação?

Não existe um número fixo aceito por todos. O manual europeu de exame de escrita deixa a decisão ao perito e pede que as assinaturas mostrem a variação natural da pessoa. O que mais pesa é que sejam suas, da mesma época e do mesmo tipo da assinatura em dúvida.

Rubrica ou assinatura muito simples pode ser periciada?

Pode ser examinada, mas talvez não tenha características suficientes para uma conclusão, porque é fácil de copiar. Quando é esse o caso, o laudo diz.

Minha assinatura mudou com a idade ou por doença. Isso atrapalha?

A escrita muda com a idade, a saúde, os remédios e a posição de quem escreve. Por isso as assinaturas para comparar devem ser da mesma época, e o exame leva essas condições em conta. Uma assinatura feita em condição difícil pode ser verdadeira.

A perícia diz quem falsificou?

Às vezes, e é outra pergunta. Primeiro se conclui se a assinatura é falsa; só depois, e com assinaturas de quem é suspeito, avalia-se se foi essa pessoa que a fez.

Perícia grafotécnica

4 perguntas

Grafotécnica e grafologia são a mesma coisa?

Não. A grafologia tenta deduzir a personalidade pela letra. A perícia grafotécnica identifica a autoria e não faz nenhuma suposição sobre personalidade ou estado mental.

Quanto tempo demora?

No exame particular, até 20 dias, conforme o caso, e o prazo vem na proposta. Num processo, quem fixa o prazo é o juiz, e o laudo precisa estar nos autos pelo menos 20 dias antes da audiência.

Quanto custa?

Depende do caso, e por isso o valor vem numa proposta por escrito: varia com o tipo de exame, a quantidade de documentos e de padrões e o deslocamento. Num processo, os honorários do perito do juízo são fixados pelo juiz.

A perícia dá certeza absoluta?

Não. O exame é probabilístico. Num estudo citado em artigo brasileiro, peritos erraram 3,9% ao separar assinaturas genuínas de imitadas; pessoas sem treino, 19,3%. Por isso o laudo mostra o método, e o juiz avalia a prova por ele.

Documentoscopia

3 perguntas

Grafotécnica e documentoscopia são a mesma coisa?

Não. A grafotécnica é uma parte da documentoscopia e examina a escrita à mão. A documentoscopia examina o documento inteiro: papel, tinta, carimbos, elementos de segurança e sinais de alteração.

Posso mandar uma foto do documento?

Para combinarmos o caso, a descrição basta, sem foto. Para o exame de rasura, lavagem, acréscimo e tinta, só o original serve.

Dá para saber quando um documento foi assinado?

Com precisão, quase nunca. O que se consegue em geral é a ordem entre lançamentos, a comparação entre tintas iguais ou a prova de que um material não existia na data declarada.

Documentoscopia digital

3 perguntas

Print de WhatsApp vale como prova?

Pode valer, mas os tribunais divergem. O print é só a imagem da tela: sozinho, é fácil de editar e não mostra se a conversa foi alterada. O mais seguro é preservar a conversa no aparelho, no formato original.

Assinatura feita em tablet ou celular pode ser periciada?

Pode. Com os dados capturados pelo aparelho, como posição, velocidade e pressão ao longo do tempo, o exame é até mais rico. Com só a imagem, vale como cópia. Peça a quem apresentou o documento o arquivo original.

O validador do ITI já não resolve?

Ele confere a assinatura e se o arquivo assinado mudou. A perícia entra quando a dúvida é outra, como o que foi acrescentado depois ou a trilha de uma contratação por aplicativo.

Assistência técnica

3 perguntas

Qual a diferença entre laudo e parecer?

O laudo é do perito nomeado pelo juiz. O parecer é do assistente técnico contratado por uma das partes, que acompanha a perícia e pode apontar divergências que o perito precisa esclarecer.

Quem paga a perícia e o assistente técnico?

Quem pediu a perícia adianta os honorários do perito; se as duas partes pediram ou o juiz determinou, divide-se. Cada parte paga o seu assistente técnico. Com justiça gratuita, a perícia é paga pelo Estado, pela tabela do tribunal.

Você trabalha em processos de outras cidades?

Sim, boa parte do trabalho é a distância. O material chega por correio com rastreamento, por e-mail ou por drive. A coleta de padrões por vídeo depende do caso e do que o juízo aceitar.

Tradução e interpretação

3 perguntas

A sua tradução vale em cartório ou em órgão público?

Não. Para cartório, órgão público ou para juntar um documento estrangeiro a um processo sem nomeação, a lei pede tradutor público matriculado na Junta Comercial. Quando é o caso, indico um.

Qual é a sua formação em espanhol?

Tenho o DUCLE, Diploma Universitário de Competencia en Lengua Española como Lengua Extranjera (2023), e o curso de Interpretação Forense Avançado (A LAW CCITE, 2026), e morei seis anos seguidos em Rosario, na Argentina.

Posso escrever em espanhol?

Pode. Respondo em espanhol, e a página em espanhol tem o mesmo conteúdo para quem prefere ler na sua língua.

Conte o seu caso

Diga que documento é, se já existe processo e qual é o prazo. Não mande o documento agora: combinamos o envio depois da proposta.

Explicar meu caso no WhatsApp

Preferências de cookies

Guardam a sua escolha sobre cookies, no armazenamento do navegador. Sempre ligados.

Google Analytics, para contar visitas e cliques. Nome, e-mail, telefone e CPF nunca vão para o Google. Desligado até você ligar.

Política de privacidade e cookies